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Azospirillum brasilense

Azospirillum brasilense

Rizobactéria

Azospirillum brasilense Tarrand et al.

Fixa nitrogênio do ar e entrega à raiz. De quebra, produz auxina e faz a planta emitir mais raiz.

Modo de ação

  • Fixa nitrogênio atmosférico (N₂) e o converte em amônio assimilável, via nitrogenase.
  • Produz auxinas (AIA), que induzem emissão de raiz secundária e pelo radicular.
  • Vive associada à superfície e ao interior da raiz, sem formar nódulo.
  • Mais superfície de raiz significa mais absorção de tudo, não só de nitrogênio.

Modo de uso / aplicação

  • Preventivo: 2 mL por litro, uma aplicação por ciclo.
  • Corretivo: 5 mL por litro, 3 aplicações com 7 dias de intervalo.
  • Via solo, encharcando a zona de raiz.
  • Água sem cloro, sempre.
Compatibilidade: Incompatível com bactericida e com água clorada. Combina com Bacillus megaterium: um cobre nitrogênio, o outro fósforo.

Foi isolada no Brasil, por Johanna Döbereiner, e leva o nome do país por isso. A pesquisa dela sobre fixação biológica de nitrogênio em gramíneas é uma das contribuições brasileiras mais importantes à agronomia mundial.

O efeito hormonal pesa mais que o nitrogênio

A quantidade de nitrogênio que o Azospirillum fixa não é enorme. O que muda o resultado é a auxina: uma raiz mais ramificada explora muito mais volume de solo, e a planta passa a acessar nutriente que já estava lá e ela não alcançava.

Na loja

AzospirillumAzospirillumBactéria que fixa nitrogênio do ar e entrega para a raiz, junto com hormônio de crescimento.
Azospirillum brasilense — OrganoLab